“MEMBROS DEVEM SER EXEMPLARES NO CUMPRIMENTO DE INSTRUMENTOS NORMATIVOS DA ADECRU”

Esta foi a exortação do Presidente da Mesa da Assembleia-Geral, Tomás Francisco, durante a XIII Assembleia-Geral Associativa da Associação Acção Académica para o Desenvolvimento das Comunidades Rurais (ADECRU), que se realizou entre 16 a 19 de Dezembro de 2021, na cidade de Maputo, capital moçambicana.

O Presidente da MAG agradeceu os membros pela presença, apesar da Assembleia acontecer num momento difícil devido a pandemia de Covid-19. E igualmente enalteceu o contributo dos membros nos debates construtivos de vários pontos da agenda, em destaque, as discussões sobre os Relatórios e Contas do exercício Económico Associativo de 2021, os Planos para o exercício Económico Associativo de 2022, o Plano Estratégico 2022-2026, o ponto de situação dos Órgãos Sociais, e entre outros assuntos.

Por sua vez, o Coordenador Nacional da ADECRU, Jeremias Vunjanhe, disse que em 14 anos de existência da ADECRU falhou-se apenas uma vez a realização da Assembleia-Geral. O que significa, para o Coordenador Nacional, que este é o momento em que cada membro precisa desempenhar as funções da organização com muita responsabilidade. Por isso, é hora dos membros serem maduros suficientes.

“Os 14 anos da nossa existência mostram que temos certa maturidade, um caminho a seguir, por isso, os membros têm a responsabilidade de dominarem o Estatuto, os regulamentos, Plano Estratégico e outros instrumentos normativos da ADECRU. Assim, evitaremos praticar acções que violam as nossas regras”, exortou Jeremias Vunjanhe.

Nessa mesma senda, a ADECRU encoraja os membros serem mais proactivos, seguindo todas as atitudes elementares para se evitar o incumprimento das regras estatutárias da organização. E porque este ponto tem sido a principal causa da ausência de alguns membros nas Assembleias. Isto porque alguns membros não regularizam o seu dever de pagamento de cotas. E outros o fazem por insistência, mas nunca por iniciativa própria. Neste contexto, os membros em situação irregular não são convidados a participar na Assembleia-Geral.

Nesta Assembleia foram eleitos por consenso e unanimidade dois membros para ocuparem os cargos de Vice-Presidente da MAG, Filipe Mugadui, e Secretário, Luís Pirai, em substituição dos antigos membros que estavam em situação irregular.

Portanto, os membros saíram da XIII Assembleia-Geral Associativa mais unidos e comprometidos no prosseguimento das actividades da organização, assentes no protagonismo e participação popular das comunidades rurais.

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