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Relatório de pesquisa sobre Organismos Geneticamente Modificados

22 Jun

Baixe aqui o relatório da pesquisa  sobre Organismos Geneticamente Modificados em Moçambique.

GMO in Mozambique report Port Continuar a ler

Comunicado de Imprensa: ADECRU E ACB divulgam Resultados da Pesquisa sobre Organismos Geneticamente Modificados

20 Jun

ADECRU E ACB divulgam Resultados da Pesquisa sobre Organismos Geneticamente Modificados

Comunicado de imprensa Continuar a ler

CONVITE PARA O LANÇAMENTO DA PESQUISA SOBRE ORGANISMOS GENETICAMENTE MODIFICADOS

15 Jun

Assunto: Convite para participar no Workshop sobre a divulgação do Relatório “O ataque do milho Geneticamente Modificado em Moçambique, Minando a biossegurança e os camponeses”. Continuar a ler

ADECRU Lança Documentário – ″ Um Hectare, Uma Chapa de Zinco ‶

11 Abr

Maputo, 11 de Abril de 2017― Acção Académica para o Desenvolvimento das Comunidades Rurais (ADECRU) lança a versão online do documentário “Um Hectare, Uma Chapa de Zinco” que documenta e divulga denúncias populares sobre diversas injustiças sociais, económicas e ambientais causadas pela empresa Portucel Moçambique no âmbito da expansão e avanço das plantações florestais de eucaliptos sobre os territórios comunitários nas províncias de Manica e Zambézia.

Com este documentário, ADECRU questiona o actual modelo de desenvolvimento do País que atende as necessidades privadas dos grandes investimentos em detrimento dos direitos das comunidades e denuncia situações concretas de usurpação de terra das comunidades para dar lugar as plantações florestais da Portucel, pondo em causa as principais conquistas colectivas da independência nacional sobre o controlo da terra e soberania produtiva e alimentar dos moçambicanos.

“Trata-se de um documentário que traz as vozes das comunidades, denunciando os graves impactos desta empresa na expropriação de terra, destruição dos sistemas produtivos camponeses e violação sistemática da legislação de terra. Igualmente relata manobras ilegais e fraudulentas usadas pela Portucel para aquisição de terras das comunidades camponesas nomeadamente: promessas de emprego e troca de terras por chapas de zinco” disse o Coordenador Executivo da ADECRU, Perito Tarquinho

A empresa Portucel Moçambique, detida pelo Grupo The Navigator Company (Ex- Portucel Soporcel) e International Finance Corporation (IFC), tem a maior concessão de terra numa área de 356.213 hectares, cujo DUAT provisório foi atribuído em 2011 pelo Conselho de Ministros por um período de 50 anos renováveis.

Assista abaixo ao documentário Aqui

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Protestos e Demandas ao Presidente da JICA pelas Organizações Japonesas

28 Mar

Protesto e Demanda ao Presidente da JICA pelas ONGs Japonesas 

Resposta ao Pronunciamento da JICA à Carta Aberta da Campanha Não ao ProSAVANA sob título “Protesto contra a actuação da JICA sobre a Sociedade moçambicana no âmbito do Programa ProSAVANA”

22 Mar

Resposta ao Pronunciamento da JICA a Carta Aberta da Campanha Nao ao Prosavana

Carta das Famílias Camponesas das Comunidades de Intatapila e Napai II

22 Fev

Sua Excelência Senhor Administrador do distrito de Mecuburi,
Hilário Dinis Tomás Anapacala

Assunto: Solicitação para devolução de terras, respeito e realização dos direitos e dignidade humana no contexto da instalação da unidade de produção de Intatapila pela empresa Lúrio Green Resources

Carta das famílias camponesas das comunidades de Intatapila e Napai II

Exmo Senhor Administrador Hilário Anapacala

Nós, famílias camponesas de Intatapila e Naipai II, reunidos no dia 29 de Julho de 2016, na comunidade de Intatapila, na localidade de Nahipa, distrito de Mecuburi, debatemos e reflectimos sobre os impactos do avanço das plantações florestais nas nossas terras no âmbito implantação do projecto de “produção e transformação de diversos produtos florestais incluindo a produção de energia e sequestro do dióxido de carbono” pela empresa norueguesa Green Resources, registada no Pais como Lúrio Green Resources. Continuar a ler

Campanha Não ao ProSavana

17 Fev

Não ao ProSAVANA

Carta Aberta,

Ao Exmo. Senhor Presidente da Agência Japonesa de Cooperação Internacional- JICA

Professor Doutor Shinichi Kitaoka

C.C: Embaixada do Japão em Moçambique

 

Maputo, 17 de Fevereiro de 2017

 

Ref: 13/JA/ 17

Assunto – Protesto contra a actuação da JICA sobre a sociedade moçambicana no âmbito do programa ProSavana

 

Fundamentação

Esta é a primeira carta que os camponeses e as organizações da sociedade civil de Moçambique articuladas na Campanha Não ao ProSavana endereçam à JICA.
Todas as ocorrências e fontes primárias colectadas pela Campanha Não ao ProSavana confirmam claramente que a intervenção da JICA, com tendências a influenciar e desestabilizar o processo democrático e transparente no ProSavana, seja através do seu financiamento, funcionários ou consultores têm impactos negativos sobre os direitos humanos, direitos sobre terra e segurança alimentar dos camponeses afectados, modo de vida, incluindo as especificidades culturais dos camponeses, para além de retirar toda a independência a sociedade civil moçambicana e causar fragmentação no seio dela. Continuar a ler

POPULAÇÃO DE MEPARARA, MELOLA E NAMACULA ESTÁ DE COSTAS VOLTADAS CONTRA LURIO GREEN RESOURCES EM NAMPULA

28 Dez

[Nampula, 28 de Dezembro de 2016] – Enquanto o Governo de Moçambique vê os megaprojectos e grandes empresas de agronegócio como a melhor alternativa para alavancar o desenvolvimento imediato do País, a população dos povoados de Meparara, Melola e Namacula na província de Nampula, que está sentir na pele a actuação das multinacionais, sufoca-se com o avanço das plantações de eucaliptos da empresa Lurio Green Resources. Em causa está a falta de indemnizações justas e transparência no processo de ocupação de suas terras.
Desde 2010, ano em que esta empresa arrancou com as plantações em Meparara até hoje, o processo de indemnização ainda não terminou. E o que mais preocupa esses populares, que vivem em condições humildes depois de perderem suas terras para dar lugar as plantações de eucaliptos é o facto de que o que receberam como indemnização não corresponde a sua perda. Pior ainda alguns nem sequer foram indemnizados e não sabem quando é que verão os seus direitos repostos. Continuar a ler

EXPLORAÇÃO DO MINÉRIO DE FERRO EM TETE: ACTIVIDADES EM MARCHA SEM APROVAÇÃO POPULAR

28 Dez

p1070684[Tete, 28 de Dezembro de 2016] – Quatro anos depois de ter-se testemunhado convulsões sociais na província de Tete como consequência do avanço da indústria mineira, a Capitol Rasoures Lda, está  desenvolver suas actividades de “pesquisa” com vista a extracção do minério de ferro sem aprovação popular nas comunidades do distrito de Chiuta

“Fomos apenas surpreendidos com placas fixadas em vários espaços da nossa comunidade indicando a presença da Capitol Resources e, de seguida vemos camiões da empresa a circularem nesta nossa comunidade mas em nenhum momento fomos explicados o que, na verdade, vai acontecer aqui na nossa zona. Ouvi dizer que vai-se esta empresa vai explorar ferro, porém, eu e muitos que estão aqui no encontro não sabemos concretamente o que está acontecer”.
Esse pronunciamento foi levantado pela maioria dos participantes aquando da realização de oficinas abertas da Acção Académica para o Desenvolvimento das Comunidades Rurais-ADECRU e Associação de Apoio e Assistência Jurídica as Comunidades (AAAJC) nas comunidades de Mbuzi e Massamba. E de forma repetitiva a população se questionava sobre a presença da Capitol Resources na sua comunidade. Continuar a ler